6 de ago de 2010

Sem-água

Sangrei tinto, matoso, o mal das minhas saudade
Saudei vivo e destinto as manhãs de sua maldade

Não quero mais que manhã, vivo assim de bondade
Sua vida na minha reflete apenas caridade

Não tenho mais salvação, vivendo nessas fétidas flores
Consumindo o que me seduz, apenas flácidas dores

T
oni Caldas

2 comentários:

  1. Não sou muito chegada às rimas, mas, elas teimam em me perseguir. Essas suas, em particular, me atraíram. Lindo poema.
    A propósito, gostei do novo template, ele valoriza mais os seus escritos, claros e elegantes.

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  2. gostei do novo tamplete tb... A poesia tá muito boa, destaco : "Saudei vivo e destinto as manhãs de sua maldade" principalmente a palavra destinto.. :D abraços

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